Fundação Bienal do Mercosul

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  • 09 OUT 2017

    Bienal do Mercosul promove evento sobre arte africana na PUCRS

    “De onde viemos? O que somos? Para onde vamos?” A cultura responde.

    Bienal do Mercosul realiza Colóquio com palestrantes internacionais “O Triângulo do Atlântico e as artes visuais”

           A Bienal do Mercosul promove mais uma excelente oportunidade para aprofundar a discussão sobre os desdobramentos culturais e artísticos do nosso "Triângulo do Atlântico"! O Encontro internacional de alto nível acadêmico acontece dias 16,17 e 18 deste mês e é coordenado pela professora de história da Arte da PUCRS, Maria Lúcia Kern.

          Depois do grande sucesso do seminário realizado na UFRGS, em agosto, agora é a vez da PUCRS ser parceira das Atividades Culturais Permanentes da 11ª Bienal do Mercosul. A programação conta com Ana Lúcia Araújo, da University Howard (Washington); Dominique Berthet, da Université des Antilles – Martinique, Guadaloupe; Roberto Conduru, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Regina Müller, da UNICAMP (Campinas); Fernando Cury de Tacca, da UNICAMP e Marçal Paredes, da PUCRS.

                A conferência tem como objetivo analisar as práticas artísticas contemporâneas e os intercâmbios culturais entre África, Europa e Américas, considerando o Atlântico como espaço de circulação de escravos, de sua comercialização e de estratégias geopolíticas. No cronograma estão debates sobre preconceitos e os conflitos enfrentados pelos afrodescendentes e indígenas, sobretudo no Brasil, onde as políticas de inclusão social são limitadas. As artes visuais se constituem como suportes de reflexão e expressão dos problemas vivenciados na atualidade diante da ausência de tolerância às diferenças étnicas e culturais. O evento busca debater a questão:  “De onde viemos? O que somos? Para onde vamos?” (frase do pintor francês Paul Gauguin).

         Durante três dias os participantes contarão com uma vasta programação, como exibição de filme, debates e palestras sobre: O novo atlântico negro: história e memória do comércio de escravizados nas obras de Laura Facey, William Adjeté Wilson e Romuald Hazoumé; Fluxos da arte em marés da modernidade entre África, Brasil e além; Lugares de memória na arte contemporânea das Antilhas francesas; Moçambique em tela: arte e política em Malangatana Valente; o índio brasileiro através da fotografia;  As Artes Indígenas e a Arte Contemporânea.

           O evento é uma promoção da 11ª Bienal do Mercosul e da Pró-Reitoria Comunitária da PUCRS. As inscrições podem ser feitas no site da Pró-Reitoria ou 30 minutos antes do início da atividade. Os certificados de participação serão fornecidos a partir de março de 2018 pela EDUCON, no prédio 40 da PUCRS. A entrada é franca, não perca!

    Encontro internacional da Bienal: “O Triângulo do Atlântico e as artes visuais”

    Dias: 16,17 e 18 de outubro

    Horário: 19h

    Local: Auditório do Prédio 5 da PUCRS.

    ENTRADA FRANCA

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  • 25 SET 2017

    Domingo tem arte na Praça!

    O evento que já faz parte da atividade cultural permanente da 11ª Bienal acontece neste domingo! Estudantes, de 9 a 13 anos são nossos convidados para o “Arte na praça: o triângulo das crianças”, das 10h até 12h, em frente ao Colégio Militar. Comandados por Britto Velho, os pequenos pintores vão ganhar material para pintar com artistas gaúchos: Marcelo Pferscher, Cho Dorneles, Henrique Radomsky, Ena Lauter, Lenora Rosenfield, Marli Leal da Silva, Maria Ines Salvatore e Suzana Albano, entre outros.
    A atividade, que tem relação com o tema “Triângulo do Atlântico”, acontece no último final de semana de cada mês, e permite que as crianças criem trabalhos junto com artistas gaúchos. Pela primeira vez na história de nossas Bienais é feita uma programação cultural e educativa contínua. Todos os eventos são gratuitos. Chegue cedo para garantir o seu lugar! 
     
     
    ATIVIDADES CULTURAIS PERMANENTES DA 11ª BIENAL: 
    -> Dia 24 de setembro, domingo 
    “Arte na Praça: o Triângulo das Crianças” 
    Onde: Parque da Redenção – Em frente ao Colégio Militar 
    Horário: 10h 
    Gratuito
    Se chover o evento será cancelado
     

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  • 22 SET 2017

    Duas décadas de Bienal do Mercosul! Vem comemorar com a gente!

    O tempo passou voando! Dia dois de outubro completamos vinte anos da abertura oficial da primeira Bienal do Mercosul, que aconteceu no Margs! A exposição foi um marco para o Estado, que concretizou uma reunião de arte contemporânea, colocando Porto Alegre no mapa das grandes mostras internacionais! A Bienal do Mercosul entrou para a história como a maior exposição já realizada sobre Arte Latino-Americana! Para relembrar e comemorar este grande feito, a Fundação Bienal Gildo Mercosul e o Museu de Arte do Rio Grande do Sul convidam para uma palestra, que também já vai contar um pouquinho do que vem por aí na 11ª Bienal do Mercosul, que será realizada no dia 04 de outubro no auditório do Margs.

    A celebração desta data na história das bienais é uma iniciativa conjunta da Fundação Bienal do Mercosul e do Museu de Arte do Rio Grande do Sul – Margs. 

    O nosso convidado é o professor do Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, José Francisco Alves, que vai abordar o projeto curatorial da primeira edição, que envolveu exposições em 14 espaços da cidade (instituições culturais e locais adaptados) e inúmeros locais ao ar livre, com intervenções urbanas temporárias em parques. Os convidados também ficarão por dentro dos bastidores desta produção nunca antes realizada em Porto Alegre.

    Entre as heranças culturais da nossa primeira Bienal está um dos resultados mais importantes para a capital gaúcha: o "redescobrimento" do Cais do Porto, que foi aberto para um evento cultural. A festa ainda vai contar com a exibição de um vídeo inédito, com momentos registrados pelo ministrante: as exposições e intervenções urbanas do evento. Vem pra nossa festa! Vem pra Bienal! Vida longa à cultura! A festa tem entrada livre! 

     

    Serviço:

    Palestra: "20 anos de Bienal do Mercosul"

    Ministrante: José Francisco Alves, Doutor em História da Arte e curador

    Dia 4 de outubro de 2017. 

    Horário: 16h.

    Local: Auditório do Museu de Arte do Rio Grande do Sul

    Entrada franca

    Promoção: Fundação Bienal do Mercosul e Museu de Arte do Rio Grande do Sul  

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  • 14 AGO 2017

    Bienal fará Atividade Cultural Permanente no Festival de Cinema de Gramado

           Prepare a pipoca! A programação do mês de agosto das atividades preparatórias para a mostra da 11ª Bienal do Mercosul, que acontece no ano que vem, está repleta! Esta semana a arte acontece na serra gaúcha! Uma parceria da Fundação Bienal feita com o Festival de Gramado e a embaixada dos Estados Unidos (que disponibilizou os documentários do circuito alternativo), possibilitou a exibição de dois filmes na grade dos filmes: "Becoming Bulletproof", de Michael Barnett  e "Through a lens darkly", de Thomas Allen Harris. 

         O primeiro longa mostra a falta de atores e atrizes com deficiência em produções de cinema e televisão. No roteiro está a jornada de artistas selecionados para trabalhar em uma filmagem de história de faroeste, e tentam entender o motivo de não haver oportunidades para portadores de necessidades especiais nas telas. Vencedor de sete prêmios e indicado a três.
          Já "Through a lens darkly" é inspirado no livro Reflections in Black, de Deborah Willis. Thomas Allen Harris investiga o legado de fotógrafos afro-americanos e o importante papel na formação da identidade e emergência social dos negros no território americano, da escravidão à atualidade. São apresentados trabalhos de fotógrafos como Hank Willis Thomas, Deborah Willis e Glenn Ligon, artistas que desafiam os arquétipos da representação da cultura negra americana, demonstrando por meio de sua obra os poderes redentores da arte. Exibido no Sundance Film Festival 2014. Vencedor de quatro prêmios e indicado a dois.As exibições são gratuitas e acontecem nos dias 23 (quarta-feira) e 24 de agosto (quinta-feira) no Teatro Elisabeth Rosenfeld. Não perca. 
     
    BIENAL NO FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO:

    -> 23 DE AGOSTO DE 2017 (quarta-feira)

    16h GRAMADO E BIENAL DO MERCOSUL : Becoming Bulletproof, de Michael Barnett (80’)

    -> 24 DE AGOSTO DE 2017 (quinta-feira)

    16h GRAMADO E BIENAL DO MERCOSUL: Through a Lens Darkly, de Thomas Allen Harris (92’)

    Teatro Elisabeth Rosenfeld 
    local: Rua São Pedro, 369, Centro de Gramado

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  • 07 AGO 2017

    Bienal do Mercosul realiza seminário internacional em Porto Alegre

          Você sabe quais são os lugares de memória das culturas de matriz africana que vieram para a América no período do tráfico de escravos? São museus, monumentos, sítios arqueológicos, além de tradições orais, festas e rituais. A 11ª Bienal do Mercosul traz, mais uma vez, estas questões, e agora em um evento que conta com presenças de especialistas no assunto! De Moçambique: Severino Ngoenha, do Senegal: Malick Kane; do Uruguai: Oscar Montaño e do Brasil: José Rivair Macedo, Iosvaldyr Carvalho Bittencourt Jr., Milton Guran, Luis Cláudio Symanski, Rafael Sanzio Araújo dos Anjos.
          Serão abordados aspectos históricos, geográficos, antropológicos, culturais e filosóficos das relações entre o Brasil e a África. Nas idas e vindas dos navios negreiros: as ideias, tradições, conhecimentos, estilos culturais e sistemas de valores europeus, africanos e americanos. As relações estabelecidas da maior migração forçada da história e a reconstrução de suas identidades e sua história, a partir de um duplo processo de desterritorialização: o primeiro, em
    relação aos lugares de origem, no continente africano; e o segundo, na privação do direito de ir e vir, condição imposta pelo cativeiro na América. Nesta condição que os africanos e seus descendentes recriaram suas referências sócio-culturais, identificando na África uma matriz com sentidos novos à sua existência, e formas de resistir diante da profunda opressão. O objetivo deste evento é reunir especialistas que se dedicam ao estudo dos lugares de memória (museus, monumentos, sítios arqueológicos, tradição oral, festas e rituais) deste Atlântico Negro, com
    ênfase no fluxo e refluxo entre o Brasil e a África.
           No cronograma estão palestras, conferências, lançamento de livros, e projeções de documentário. As atividades são abertas ao público, e é necessária a inscrição de quem desejar certificado de participação. O evento tem realização da Fundação Bienal, UFRGS (Departamento de Educação e Desenvolvimento Social - DEDS) e Santander Cultural. Apoios: Lojas Renner, Instituto Unimed e Lojas Pompéia. Não fique de fora! O triângulo do Atlântico somos todos nós!

    Confira a programação completa!
    * 24 de agosto:

    14h: Apresentação geral do evento (José Rivair Macedo)

    14h30: Sessão de Abertura

    15h: José Rivair Macedo: “A primeira embaixada africana ao Brasil (Salvador, 1750)”

    16h30: Projeção do documentário Atlântico negro: na rota dos Orixás, de Renato Barbieri (1998), com comentários de Milton Guran

    19h: Malick Kane (Senegal) - “Transatlanticidade: sobre o AfricanBurial Ground New York e o projeto do Mémorial de Gorée no Senegal”

    * DIA 25/08/2017
    10h: Milton Guran:“Cais do Valongo: passado, presente e futuro”

    11h: Luis Cláudio Symanski: “Diversidade Material e Cosmologias: um estudo comparativo de senzalas do Sudeste e Centro-oeste do Brasil

    12h: Intervalo para almoço

    14h: Rafael Sanzio Araújo dos Anjos: “Os quilombos e o Brasil africano visível-invisível”

    15h: Iosvaldyr Carvalho Bittencourt Jr: “Diáspora africana: maçambique de Osório, memória, ressignificação cultural e política quilombola”

    16h: Oscar Montaño (Uruguay): “Batuque de Candombe. Sala de Nación como espacio de Resistencia”

    17h30: Projeção do documentário A tradição do Bará do Mercado, dirigido por Ana Luiza Carvalho da Rocha (2008) - com comentários de Ana Luiza Carvalho da Rocha e Iosvaldyr Carvalho Bittencourt Jr

    19h30: Conferência de encerramento – Severino Elias Ngoenha (Moçambique): “Ubuntu, um desafio africano para o mundo”
     

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  • 26 JUN 2017

    Atividades Culturais Permanentes desembarcam no Rio de Janeiro

    Presidente da Fundação visitará a mostra, que traz obras selecionadas pelo curador Alfons Hug
     
           As atividades culturais permanentes da Bienal este mês acontecem também no Rio de Janeiro! A mostra "O triângulo do Atlântico", poderá ser conferida durante todo o mês e apresenta parte da investigação artística que coloca a Europa, África e América como eixos curatoriais. 
         A inauguração da exposição, neste sábado, contará com a presença do presidente da Bienal do Mercosul, Gilberto Schwartsmann, que considera "a mostra no Rio de Janeiro um belo cartão de visitas para nosso grande evento de abril de 2018". Durante o ano são planejadas ações em outras localidades. 
        A exposição acontece no Espaço Saracura e conta com obras dos artistas: Abdulrazaq Awofeso, Ndidi Dike, Chocolate Iris Buchholz, Arjan Martins, Dalton Paula, Vivian Caccuri, Jaime Lauriano e Paulo Nimer Pjota. A curadoria é de Alfons Hug e Paula Borghi. A programação especial tem no cronograma uma aula aberta, projeção e bate-papo, com participação do curador alemão, de artistas brasileiros e do nigeriano Abdulrazaq AwofesoA mostra tem patrocínio da Bienal do Mercosul e Instituto Goethe.
     
    Atividades Culturais Permanentes 11ª Bienal do Mercosul
    MOSTRA O TRIÂNGULO DO ATLÂNTICO
    Espaço Saracvra, Rua Sacadura Cabral, 219, Rio de Janeiro
    De 1 a 29 de julho
     

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  • 08 MAI 2017

    Bienal do Mercosul convida você para conhecer a genética do povo brasileiro

         Você sabe as suas origens? De onde vem o brasileiro? Foram estas questões que um estudo, feito por mais de 20 anos, buscou responder. O nosso povo é ameríndio, europeu e africano: justamente “O Triângulo do Atlântico", tema da 11ª Bienal do Mercosul. Sérgio Pena, professor titular do departamento de Bioquímica da UFMG e diretor do GENE (Núcleo de Genética Médica), estará em Porto Alegre para apresentar a formação e estrutura do povo brasileiro. A palestra acontece no dia 27 de maio, às 10h, no auditório do CREMERS. O encontro, aberto ao público, é promovido pela Academia Sul Rio-grandense de Medicina, em parceria com o Instituto histórico e geográfico do RS, CREMERS, Sindicato Medico, Unimed/RS e Centro Histórico-Cultural da Santa Casa. A pesquisa, que resultou em dezenas de artigos científicos, usou testes genéticos realizados em DNA.
          Sérgio Pena é formado em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), fez residência em pediatria e genética médica nos Estados Unidos e no Canadá, onde concluiu o doutorado no Departamento de Genética Humana da Universidade de Manitoba e estágio de pós-doutorado no Instituto Nacional para a Pesquisa Médica (NIMR), em Londres. Seus estudos se concentram na diversidade genômica e evolução humana, formação e estrutura da população brasileira, estrutura populacional, desenvolvimento de testes para diagnóstico de doenças humanas e aplicação da Genômica de Nova Geração em medicina clínica. Em 1982 fundou o GENE – Núcleo de Genética Médica de Minas Gerais, que foi pioneiro na América Latina em oferecer serviços de diagnóstico pelo estudo do DNA, especialmente a determinação de paternidade. Entre seus prêmios e títulos destacam-se: a Grande Medalha da Inconfidência do Governo de Minas Gerais (1998), os títulos de Comendador (2000) e Grã- Cruz (2006) da Ordem Nacional do Mérito Científico e o Prêmio TWAS em Ciências Médicas da Academia Mundial de Ciências (TWAS, na sigla em inglês). Além de fazer parte da ABC, Sérgio também é membro da TWAS, da Academia Mineira de Medicina (AMM) e da Academia Mineira de Pediatria (AMP). Esta não é a primeira vez que o geneticista participa de uma Bienal do Mercosul: em 2003 ele supervisionou uma instalação com um mapa genético da mostra. 
         Teremos muita arte na abertura do evento, com a participação do ator e diretor Zé Adão Barbosa, do violinista Cosmas Grieneise, da pianista Liliana Michelsen e ainda o grupo Viva La Vida. No final do evento está reservada uma supresa para os convidados!

    ATIVIDADES CULTURAIS PERMANTES DA 11ª BIENAL:
    “O TRIÂNGULO DO ATLÂNTICO: Formação e estrutura do povo brasileiro”

    Data: 27 de maio

    Local: auditório do CREMERS, Rua Bernardo Pires, 415

    Horário: das 10h às 12h

    Palestrante: Sérgio Danilo Pena, geneticista
    Gratuito

    *Foto: Carolina Zogbi

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  • 10 ABR 2017

    Atividades Culturais Permanentes promove "Arte na praça: o triângulo das crianças"

         Estimular a criatividade infantil através de pinturas e contato com artistas, em espaços públicos da cidade. A proposta faz parte da iniciativa inédita em preparar estudantes, de 9 a 13 anos, para as exposições da 11ª Bienal do Mercosul, que acontecem em 2018.
          O piloto do projeto “Arte na praça: o triângulo das crianças” acontecerá no Parque da Redenção, no dia 30 de abril, das 9h até 12h, em frente ao Colégio Militar. Os pequenos pintores ganharão material (previsto para 100 pessoas) para expressar a sua criatividade, com pranchetas, tinta têmpera, pincéis e folhas. Os pais poderão acompanhar o desenvolvimento do trabalho e a seleção dos participantes será feita na hora, a partir da faixa etária e da ordem de chegada. Tudo totalmente grátis!
         A atividade, que tem relação com o tema “Triângulo do Atlântico”, acontecerá um final de semana por mês, em diferentes praças de Porto Alegre. As crianças vão “pintar os rostos do atlântico” junto com artistas gaúchos. Entre os nomes confirmados estão: Eduardo Vieira da Cunha, Fernanda Martins Costa Lanes, Ricardo Fonseca, Alice Schmitt, Anaurelino Corrêa de Barros Neto, Léa Guarisse, Martha Loguercio, Graça Craydi, Celma Paesi, Paulo Ximendes, Raul Cassou, Alice Wapler, Vitório Gheno, Paulo Olszewski, Miram Tolpolar, Ricardo Giuliani, Vinicius Vieira, Gutta e Tânia
    Rossari.
           O pintor e gravurista Carlos Carrion de Britto Velho é o encarregado em organizar o “Arte na praça: o triângulo das crianças”. O artista trabalha há 11 anos em escolas, estimulando o gosto pela arte nos estudantes. Suas obras têm relação com a fantasia, o que cria uma identificação com os alunos. “Quando o ser humano tem experiência com arte (em geral) fica mais aberto para o mundo. A criança tem a sensibilidade maior, e quanto mais desenvolver, mais preparada ficará para aceitar ensinamentos relacionados a outras matérias. A arte abre caminhos, faz pensar de forma diferente, assim como a filosofia na fase adulta.”, afirma o técnico em educação.
          Até abril do ano que vem, quando começa a mostra, “Arte na praça: o triângulo das crianças” terá acontecido em várias parques da cidade. O dia de artista faz parte das atividades culturais permanentes da 11ª Bienal do Mercosul, que propõe, pela primeira vez na história de nossas Bienais, uma programação cultural e educativa contínua, com o objetivo de aprofundar a discussão sobre o tema central e desdobramentos das áreas da cultura. Todas as atividades são gratuitas.

    CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES CULTURAIS PERMANTES DA 11ª BIENAL:
    Arte na praça: o triângulo das crianças
    Data: 30 abril (domingo)
    Onde: Parque da Redenção – Em frente ao Colégio Militar
    Horário: 9h às 12h

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  • 03 ABR 2017

    Bienal convida para seminário de história e apresentação de rapper angolano

         Como são as relações entre os Estados africanos e o Ocidente na atualidade? Qual o lugar reservado para os africanos no contexto da globalização? A África foi inserida no sistema mundial a partir das rotas do tráfico internacional pelo Atlântico e, depois, nos termos impostos pelo colonialismo. Após alcançar a independência, luta por reconhecimento e afirmação internacional, o continente africano é marcado por diversidades étnicas e culturais, contrastes ambientais, econômicos e políticos, e apresenta alternativas próprias para os problemas que enfrenta.

       Essas e outras questões serão debatidas por especialistas no seminário “O triângulo do Atlântico na contemporaneidade”. Estarão presentes: o especialista em relações internacionais Paulo Visentini, coordenador do programa de pós-graduação em estudos estratégicos internacionais da UFRGS, Pós-Doutorado em relações internacionais pela London School of Economics, professor visitante na USP e na Cátedra de Estudos Brasileiros na Universidade de Leiden/Holanda, coordenador do Núcleo Brasileiro de Estratégia e Relações Internacionais (NERINT) e do Centro Brasileiro de Estudos Africanos (CEBRÁFICA) e autor de vários livros sobre as estratégias de potências regionais do Hemisfério Sul, em particular as relações entre o Brasil e a África; o sociólogo José Carlos dos Anjos, doutor em antropologia social pela UFRGS e pós-doutor pela École Normale Superieure de Paris, coordena o curso de doutorado em ciências sociais da Universidade de Cabo Verde, tem longa experiência de debate e pesquisa sobre a dinâmica das políticas públicas voltadas para o desenvolvimento e para o combate à pobreza em Cabo Verde no pós-independência; o historiador Marçal Paredes, leciona e coordena o programa de pós-graduação em história na PUCRS leciona e dedica-se ao estudo dos contextos da colonização, descolonização e constituição dos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP).

        O encontro será mediado por José Rivair Macedo, doutor em história social pela USP e pós-doutor pela Universidade de Lisboa. É pesquisador e coordena o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Africanos da UFRGS, membro da Academia Portuguesa da História e sócio da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros. O seminário é aberto ao público, e é destinado, principalmente, aos estudantes universitários, professores e interessados na temática. Na abertura do evento serão apresentadas canções do rapper angolano Kanhanga, que atua na cena artística porto-alegrense há dez anos e é autor de uma trilogia musical intitulada “O preto do bairro”, que canta suas experiências como imigrante e negro no mundo contemporâneo e suas vivências em Porto Alegre. Chegue cedo pois o espaço é limitado. Este é mais um evento promovido pela 11ª Bienal do Mercosul, que comprova que o triângulo do Atlântico somos nós!

    ATIVIDADES CULTURAIS PERMANTES DA 11ª  BIENAL:

    “O TRIÂNGULO DO ATLÂNTICO NA CONTEMPORANEIDADE”

    Dia: 19 de abril

    Local: auditório do Memorial do RS

    Horário: das 19h às 22h

    Palestrantes convidados: Prof. Dr. José Carlos Gomes dos Anjos (PPG Sociologia - UFRGS), Prof. Dr. Marçal de Menezes Paredes (PPG História - PUCRS), Prof. Dr. Paulo Gilberto Fagundes Visentini (PPG Relações Internacionais - UFRGS) e coordenação: Prof. José Rivair Macedo (PPG História - UFRGS)

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  • 27 MAR 2017

    Bienal da música: Federação de corais faz apresentação no Multipalco

    Evento aberto ao público acontece no próximo domingo
     
           O primeiro final de semana de maio tem atividades culturais permanentes da 11ª Bienal do Mercosul! "O triângulo da música: Bienal e encontro de Coros da Fecors" será realizado na Concha Acústica do Multipalco e terá a apresentação de cinco coros, contando com a participação de 115 pessoas, entre coristas e regentes. A Fecors (Federação de Coros do Rio Grande do Sul), que tem como presidente Severino Seger, foi fundada oficialmente em 1980, e desenvolve o canto coral no Estado. Ao lado do movimento tradicionalista, este é o estilo com o segundo maior número de apreciadores e praticantes no Rio Grande do Sul, tradição trazida pelos Italianos e alemães, e conta com cinco mil grupos, que participam de festivais regionais, estaduais, nacionais ou internacionais. As atividades culturais permanentes começaram em março, e já promoveram música, pintura e debate. 
     
            Estão previstas ainda a vinda do Senador Cristovam Buarque, para uma conferência sobre a educação, uma palestra com o médico Sérgio Danilo Penna, que apresentará um de seus estudos sobre a genética do povo brasileiro e muito mais! A Bienal também fará uma parceria com a feira do livro, trazendo o nigeriano ganhador do prêmio Nobel de literatura, Wole Soyinka. Todos os eventos são gratuitos, não perca!
    *foto em anexo- divulgação Fecors   
     
    Eventos Culturais Permanentes da 11ª Bienal do Mercosul 
    O triângulo da música: Bienal e encontro de Coros da Fecors
    Onde: Concha Acústica do Multipalco 
    Quando: dia 7 de abril, domingo, às 10h 
    Aberto ao público e em caso de chuva será realizado no Theatro São Pedro.
    *Foto Carolina Zogbi
     

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  • 13 MAR 2017

    Atividades Culturais Permanentes são abertas com grande espetáculo

           A Bienal do Mercosul está desembarcando em Porto Alegre! Um grandioso espetáculo com a Orquestra de Câmara Theatro São Pedro e convidados abre os trabalhos no dia 26 de março, na escadaria da Igreja Nossa Senhora das Dores. Pela primeira vez na história de nossas Bienais, será oferecida uma programação cultural e educativa contínua, com o objetivo de aprofundar a discussão sobre o seu tema central e desdobramentos em outras áreas da cultura. Da mesma forma, serão feitas ações educativas, para que o público conheça o tema da Bienal, os artistas e obras que serão expostas, para assim desfrutar melhor da mostra que começará em abril de 2018.

            Para inaugurar as atividades culturais permanentes a Orquestra de Câmara Theatro São Pedro vai receber a Banda Municipal de Porto Alegre, o coro jovem da escola da OSPA, Ìliú Akin e Grupo Ìbejí (com percussão e dança nigeriana) e solistas renomados: a pianista Olinda Allessandrini, Carllitos Magallanes com seu bandoneon e o cantor Nei Lisboa. No repertório estão obras de Chico Buarque, Ary Barroso, Carlos Gomes, Villa- Lobos, Astor Piazolla, Roger Waters e outros. Durante o espetáculo serão projetadas, na fachada da igreja, imagens selecionadas especialmente para as temáticas criadas, como a “Biblioteca do Infinito”, da argentina Patricia Linenberg; “Faces do Triângulo”, de Leopoldo Plentz e Fernando Bueno; “América de Zorávia”, que homenageia a artista gaúcha Zorávia Bettiol, criada por Gilberto Perin; uma seleção de trabalhos de artistas gaúchos, feita por Paulo Amaral, diretor do MARGS e uma retrospectiva das Bienais do Mercosul, organizada por Jose Francisco Alves.

           O evento terá o apoio do Comando Militar do Sul, que vai recepcionar os convidados com os “Lanceiros do Regimento Osório, cuja Banda executará o Hino Nacional ao início e o Hino Rio-grandense ao final do espetáculo. Haverá uma benção ecumênica feita pelo padre Luis Carlos Almeida. O espetáculo será uma celebração popular aberta ao público, na igreja mais antiga da cidade, proporcionando uma experiência inesquecível e mostrando que “O triângulo do Atlântico” é feito por todos nós.

           No cronograma das atividades culturais permanentes estão simpósios, seminários, conferências, exposições, oficinas com crianças e adultos, encontros educativos para iniciantes e especialistas em arte e concertos. As atividades serão mensais e com entrada franca. A Bienal do Mercosul: “O triângulo do Atlântico” é o tema escolhido para esta Bienal do Mercosul. Ele faz referência às origens do povo gaúcho, resultado da mistura de raças, credos e culturas da Europa, África e da América do Sul, influenciando também na arte contemporânea. O continente africano ganhará destaque.

             O objetivo do presidente da Fundação Bienal das Artes Visuais do Mercosul, Gilberto Schwartsmann, é unir todas as áreas da arte: música, cinema, teatro, exposições e incentivar a participação de artistas locais. Grande parte da programação será na rua, em praças, com o objetivo de desacelerar quem passa apressado e convidar para a arte trazida pela mostra. As exposições, que têm curadoria do artista alemão Alfons Hug acontecem entre abril e junho de 2018, mas as atividades culturais permanentes começam neste mês. A programação do “triângulo do Atlântico” abrange as áreas da filosofia, história, música, arquitetura, direito e a medicina. Aspectos de inclusão social vão ganhar destaque, como o acesso à educação e à cultura por minorias raciais, população de baixa renda e pessoas com deficiência. A arte também será acessível: algumas obras serão feitas com texturas especiais, alto relevo e linguagem braile, assim como a transmissão virtual através do site para qualquer instituição ou interessados em conferir os trabalhos, incluindo universidades estrangeiras.

            Esta Bienal tem como meta ser a mais internacional de todas, pois vai contar com a participação de muitos artistas e personalidades vindos de fora do país. Outro destaque é a iniciativa inédita de preparar estudantes de ensino fundamental e médio para as exposições, discutindo o tema, artistas e obras da Bienal em sala de aula com os professores, além de atividades lúdicas, como pinturas em praças da cidade. 

    ABERTURA DAS ATIVIDADES CULTURAIS PERMANTES DA 11ª BIENAL

    QUANDO: 26 de março, domingo

    ONDE: escadaria da igreja das Dores

    HORÁRIO: às 20h.

    ENTRADA FRANCA

    Em caso de chuva o espetáculo será realizado dentro da igreja.

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