Fundação Bienal do Mercosul

Biblioteca Virtual

Histórico das Marcas

1ª Bienal

A programação visual foi idealizada pelo design argentino Rubén Fontana da Fontana Diseño. A logomarca é um detalhe do trabalho do artista homenageado da 1ª Bienal, Xul Solar, Drago de 1927. Xul Solar era Argentino nascido em San Fernando, província de Buenos Aires.

2ª Bienal

A marca da II Bienal foi desenvolvida pela GAD’DESIGN tendo como referência a obra Face, 1984 da série “Carretéis” do artista Iberê Camargo.

3ª Bienal

Depois de ter sido responsável pelo design da II Bienal, o GAD assinou novamente todas as manifestações de arquitetura e comunicação visual da III Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Como desafio desta terceira edição, o GAD procurou desenvolver um conceito a partir da principal intervenção definida pela curadoria: os containers. A linguagem portuária serviu como referência para o desenvolvimento do ícone 3B e de toda a manifestação visual e gráfica da exposição. Para estabelecer uma neutralidade cromática e, consequentemente, criar um contraponto ao intensivo uso de cores no meio urbano e para dar maior destaque às obras, toda a comunicação visual foi trabalhada unicamente com o preto e branco.

4ª Bienal

A empresa Homem de Melo & Troia foi escolhida após uma concorrência internacional, sendo responsável, também, pela criação da marca do evento. O principio norteador do projeto da marca foi resumido na frase ¿ A arte não responde. Pergunta? A dupla interrogação faz referência tanto a multiplicidade de visões que caracteriza a cena cultural latino-americana, como também ao uso particular desse sinal gráfico na escrita em língua espanhola. O símbolo foi usado como elemento principal tanto nas peças gráficas como na sinalização.

5ª Bienal

A comunicação visual da 5ª Bienal do Mercosul foi desenvolvida pela Type Design, buscando auxiliar na visualização do conjunto, com ousadia nas formas e valorização dos patrocinadores. O laranja foi escolhido como cor base, tornando os espaços facilmente identificáveis.

6ª Bienal

O desafio do projeto de identidade visual foi desenvolver um sistema visual sem adoção de um logotipo específico para o evento. Assim, optou-se pela criação de uma imagem que servisse de pano de fundo e fio condutor –as cartas náuticas-, onde foi aplicado o lettering com o nome do evento e o símbolo da Fundação – um ícone forte, altamente reconhecido. Seu uso estabeleceu a inegável conexão entre instituição e evento e contribuiu para solidifica-lo.

7ª Bienal

Para a marca da 7ª Bienal do Mercosul, os curadores editorias criaram uma equação visual, um isotipo que integra e relaciona a Fundação Bienal do Mercosul e a 7ª edição do evento como partes indissolúveis de um todo. O símbolo cresce e transforma-se como um organismo vivo, mas também a sua identidade. Os pontos do isotipo representam as sete exposições exibidas durante a Bienal e as linhas representam os três programas: Projeto Pedagógico, Programa Editorial e Radiovisual. A combinação desses dez elementos gera incontáveis formas. Assim, a marca articula-se como um sistema caracterizado pela mobilidade contínua, nunca é usado o mesmo isotipo em mais de uma peça gráfica. Essa mobilidade, que esta na base de todo processo criativo, nutre as ações da 7ª Bienal, que foram pensadas para um espectador participativo e aberto aos acontecimentos.

8ª Bienal

A logomarca da 8ª Bienal do Mercosul, criada pelos artistas e designers Angela Detanico e Rafael Lain, toma como ponto de partida o Dymaxion map – mapa-múndi criado por Buckminster Fuller – que apresenta os continentes sem fronteiras políticas. Este mapa é desconstruído e seus componentes são reorganizados, formando um 8, onde os fragmentos de território sugerem um mapa novo e mutável. O mesmo principio combinatório foi utilizado para propor um tipo de letra especial, chamado Polígona, que é usado em todo o material gráfico da Bienal.

9ª Bienal

A 9ª Bienal do Mercosul não teve logomarca especifica; ao invés disso, comissionou um sistema tipográfico especialmente para a edição, denominado Porto Alegre. O conjunto de símbolos adapta pictogramas retirados de diferentes contextos científicos – desde cartas meteorológicas e mapas de condições climáticas até versões prototípicas da tabela periódica. Referenciando um amplo espectro de significados, cada letra atua como um microcosmo de tradução e comunicação codificado.

10ª Bienal