2009

7ª Bienal do Mercosul

curador

Camilo Yáñez, Victoria Noorthoorn

A 7ª Bienal do Mercosul - Grito e Escuta afirmou o sentido e a importância dos artistas como atores sociais e constantes produtores de um sentido crítico necessário.

Para a marca da 7ª Bienal do Mercosul, os curadores editorias criaram uma equação visual, um isotipo que integra e relaciona a Fundação Bienal do Mercosul e a 7ª edição do evento como partes indissolúveis de um todo. O símbolo cresce e transforma-se como um organismo vivo, mas também a sua identidade. Os pontos do isotipo representam as sete exposições exibidas durante a Bienal e as linhas representam os três programas: Projeto Pedagógico, Programa Editorial e Radiovisual. A combinação desses dez elementos gera incontáveis formas. Assim, a marca articula-se como um sistema caracterizado pela mobilidade contínua, nunca é usado o mesmo isotipo em mais de uma peça gráfica. Essa mobilidade, que esta na base de todo processo criativo, nutre as ações da 7ª Bienal, que foram pensadas para um espectador participativo e aberto aos acontecimentos.
 

PROJETO CURATORIAL

A 7ª Bienal do Mercosul - Grito e Escuta afirmou o sentido e a importância dos artistas como atores sociais e constantes produtores de um sentido crítico necessário. Esta edição teve como diferencial um projeto escolhido através de um concurso público internacional e que colocou artistas para ocupar o papel de curadores. Os artistas-curadores desenvolveram o projeto das exibições e o projeto pedagógico, conceituaram e coordenaram o projeto editorial, as publicações, a imagem e a comunicação da Bienal como um todo. Curadoria, educação e publicações articularam diálogos entrelaçados e interdependentes, explorando a comunicação multidirecional através de múltiplas linguagens. Segundo os curadores-gerais Victória Noorthoorn e Camilo Yáñez, mais que trabalhar com um tema, a 7ª Bienal do Mercosul propôs uma série de metodologias e ações que demonstram a diversidade de abordagens e funções que a arte contemporânea apresenta: "Grito e Escuta estabelece um elo de ligação entre dois pólos: enfatiza a importância da ação (o grito) do artista que produz uma ação imediata e ativa, com a intenção de causar impacto e transformações importantes; e apela para o poder da escuta, do ouvir, provocando uma atitude reflexiva, resgatando o poder do diálogo como modelo de construção para uma sociedade melhor", afirmaram os curadores em seu texto curatorial. Esta edição contou com sete exposições, um projeto pedagógico, um programa editorial e de comunicação, um sistema de rádio e diversos programas culturais ao longo de toda a Bienal, dentro e fora dos espaços expositivos. Participaram desta edição 338 artistas de 29 países como Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, EUA, França, México, Suíça, Reino Unido, Uruguai, Venezuela. Cerca de 60% das obras foram produzidas especialmente para a Bienal. Os espaços que abrigaram as exposições da 7ª edição foram os Arazéns do Cais do Porto, o Santander Cultural e o MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul, além de diversos locais públicos da capital gaúcha. O Projeto Pedagógico, concebido pela curadora Marina De Caro, foi construído com o intuito de descentralizar e multiplicar ações e contabilizou 90 mil estudantes de escolas públicas e privadas atendidos em visitas mediadas para grupos. Cerca de 67 mil alunos de escolas públicas da capital e arredores foram atendidos com transporte gratuito para visitar as exposições. Os "Mapas Práticos - espaços emdisponibilidade", uma ação com 26 ateliês educativos de Porto Alegre e 40 artistas locais, que abriram suas portas durante o período da Bienal para receber grupos e realizar oficinas gratuitas, ofereceu 144 turmas em 38 diferentes oficinas, atendendo a um público de aproximadamente 1.400 pessoas. O Curso de Formação de Mediadores da 7ª Bienal do Mercosul, destinado a estudantes universitários e profissionais graduados em qualquer área de conhecimento, capacitou 200 pessoas para atendimento de visitantes durante as exposições, além de professores e convidados. Outra inovação do Projeto Pedagógico da 7ª Bienal do Mercosul foi o Programa de Residências Artistas em Disponibilidade, que promoveu uma verdadeira maratona artística em nove regiões do Rio Grande do Sul e em cidades fronteiriças do Uruguai. Porto Alegre, São Leopoldo, Montenegro, Lajeado, Pelotas, Caxias do Sul, Santa Maria, Santana do Livramento, Tavares e Riozinho, foram localidades escolhidas para realizar projetos de 14 artistas, com o objetivo de promover a troca de experiências entre a Bienal e as comunidades. Cerca de 6 mil pessoas participaram ativamente dos projetos.

Camilo Yáñez, Victoria Noorthoorn

EQUIPE

Curador-geral

Camilo Yáñez

Victoria Noorthoorn

Programa Educativo

Marina de Caro

Curadoria Editorial

Bernardo Ortiz

Erik Beltrán

Radiovisual

Artur Lescher

Lenora de Barros

Mostra Absurdo

Laura Lima

Mostra Árvore Magnética

Mario Navarro

Mostra Biografias Coletivas

Camilo Yáñez

Mostra Desenho de Ideias

Victoria Noorthoorn

Mostra Ficções do Invisível

Victoria Noorthoorn

Mostra Projetáveis

Roberto Jacoby

Mostra Texto Público

Artur Lescher

 

ARTISTAS

Curador-geral

Camilo Yáñez

Victoria Noorthoorn

Programa Educativo

Marina de Caro

Curadoria Editorial

Bernardo Ortiz

Erik Beltrán

Radiovisual

Artur Lescher

Lenora de Barros

Mostra Absurdo

Laura Lima

Mostra Árvore Magnética

Mario Navarro

Mostra Biografias Coletivas

Camilo Yáñez

Mostra Desenho de Ideias

Victoria Noorthoorn

Mostra Ficções do Invisível

Victoria Noorthoorn

Mostra Projetáveis

Roberto Jacoby

Mostra Texto Público

Artur Lescher

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