denúncia

  • La Mer
    La Mer

    2009

    Instalação

    Obra na 7ª Bienal

    Foto: Del Re/Stein

    abstração política / Absurdo / acúmulo / Cabelo / construção / contexto / desenho / sátira
  • Severa Vigilância
    Severa Vigilância

    2008
    Film
    Cortesia do artista

    apresentação e representação / Ficções do Invisível / François Bucher
  • O princípío do fim
    O princípío do fim

    1973

    Nanquim sobre papel

    Coleção Gilberto Chateaubriand MAM-RJ

     

    artista como ator social / Desenho das Ideias / Milton Machado
  • CIA (Centroamérica)
    CIA (Centroamérica)

    1974-1976
    Offset
    21,5 x 15 cm

    Acervo Paulo Bruscky, Recife

    Foto: Del Re/Stein

     

    Desenho das Ideias / enciclopédia paradoxal / Jorge Caraballo / linguagem / paradoxo
  • Sudamericanos
    Sudamericanos

    1974-1976
    Offset
    25 x 18 cm

    Acervo Paulo Bruscky, Recife

    Foto: Del Re/Stein

     

    Desenho das Ideias / enciclopédia paradoxal / Jorge Caraballo / linguagem / paradoxo
  • Uruguay
    Uruguay

    1974-1976

    Carimbo sobre papel

    13 x 10,5 cm

    Acervo Paulo Bruscky, Recife

    Foto: Del Re/Stein

     

    Desenho das Ideias / enciclopédia paradoxal / Jorge Caraballo / linguagem / paradoxo
  • 1996 Nanquim sobre papel arroz  Coleção da artista, Buenos Aires
    1996 Nanquim sobre papel arroz Coleção da artista, Buenos Aires

    1996

    Nanquim sobre papel arroz

    Obra na 7° Bienal

    Coleção da artista, Buenos Aires

     

     

    abstração política / autobiografia / cartas / contexto / Desenho das Ideias / Magdalena Jitrik
  • Alcaebza ed surgenda (parte I)
    Alcaebza ed surgenda (parte I)

    2009

    Políptico de 44 desenhos, carvão e lápis sobre papel

    Obra na 7ª Bienal

    Coleção do artista, Buenos Aires

    corpo / demonio / Desenho das Ideias / grito / Tomás Espina
  • Alcaebza ed surgenda (parte I)
    Alcaebza ed surgenda (parte I)

    2009

    Políptico de 44 desenhos, carvão e lápis sobre papel

    Obra na 7ª Bienal

    Coleção do artista, Buenos Aires

     

    corpo / Desenho das Ideias / grito / Tomás Espina
  • Sin título
    Sin título

    1976

    Lápiz sobre papel

    39 X 28,5 cm

    Obra en la 7ª Bienal

    Colección Jorge Mara / La Ruche, Buenos Aires

     

    abstração política / Desenho das Ideias / desmistificação / enciclopédia paradoxal / León Ferrari / linguagem
  • Abstração política

    Poderíamos estipular, seguindo Pignatari, que na abstração interessa o que não é abstração, e que, em muitas obras de raiz latino-americana, na abstração interessa mais a política. Longe das colocações depuradas do modernismo europeu e norte-americano, o diálogo proposto por uma seleção pontual de obras de Cildo Meireles, León Ferrari, Jorge Caraballo, Anna Maria Maiolino, Magdalena Jitrik, Johanna Calle e Abraham Cruzvillegas na exposição Desenho das Ideias permite abordar a abstração como uma resposta concreta a circunstâncias políticas maiores, ante as quais o artista se posiciona e enuncia, conforme o caso, uma resistência ou uma denúncia.

  • O samba
    \"´O Samba´ trata da resistência do negro na história brasileira e da importância do seu corpo na construção de sua identidade. O espetáculo discute a inter-relação entre o corpo-objeto construído pela diáspora e o corpo-sujeito que transgride, afirma e resiste, cria uma corporeidade que devolve ao corpo-objeto o sujeito que lhe foi extirpado ao longo da história, junto com sentimentos, valores, crenças, a palavra e suas singularidades estéticas. Samba, carnaval e erotismo constituem elementos aos quais o corpo negro brasileiro geralmente é associado. Dentro de um cenário composto por bandeiras brasileiras, construo em cena imagens corporais reconhecíveis e fragmentadas, questionando esse \"corpo negro\" objetificado.\" - Luiz de Abreu, email a Victoria Noorthoorn, 26 de maio de 2009.
  • Sobre a obra na 7ª Bienal
    Trágica é a obra de Tomás Espina. Sua série de escuros desenhos encontra referências em Goya, no ocultismo e na alquimia. Para Espina, \"essa série tem algo de correspondente dentro de um campo de batalha e em um estado de total alteração dos sentidos\". Essa obra interessa por seu caráter de denúncia e de exposição de uma violência que bem poderia ilustrar a metáfora do grito que pontua um dos pólos de investigação desta 7ª Bienal.
  • Sobre a obra na 7ª Bienal
    Os trabalhos de Yun-Fei Ji se referem a importantes tradições da história da arte: o paisagismo e a caligrafia chineses. Oriundo de Beijing, o artista insere-se nessa tradição para subvertê-la. Assim, critica as políticas do poder que ela mesma representa, entre as quais a erradicação de uma memória que permitiria preservar costumes e modos de pensamento milenares ameaçados, anos atrás, pela revolução cultural e hoje pelo acelerado crescimento econômico. E, fundamentalmente, critica as políticas que levaram à construção da enorme represa das Três Gargantas, que provocou a retirada de mais de um milhão de pessoas. 
  • Sobre a obra na 7ª Bienal
    Em Fermín Enguía, a sátira articula-se através de \"creaturas\" que transformam a vida real em um teatro do absurdo. Sob seu pincel, os sujeitos da vida cotidiana e política argentina tornam-se seres fantásticos implausíveis, que encarnam vítimas e culpados de uma ordem política e social alterada, invertida, sem nenhuma lógica. Segundo o artista, \"Há também um riso sarcástico, um riso diabólico e outros tantos risos bobos e perversos, e terminaríamos com um ‘sorriso amargo\' depois de uma grande gargalhada\". 
  • Sobre a obra na 7ª Bienal
    A sátira foi uma ferramenta importante em vários trabalhos de James Ensor, nos quais cenas da vida política e cultural da Bruxelas de finais do século XIX tomam giros inesperados e ridicularizam os agentes do poder e o comportamento de sua sociedade aburguesada. As obras descrevem uma ordem paralela e fantástica, mas assombrosamente familiar, que delata a dupla cara da realidade. Mesmo com a distância critica de quem exercita o humor, Ensor ridiculariza sua própia condição de artista - como em Le Pisseur (1887), onde escreve a legenda \"Ensor est un fou\" (\"Ensor é um louco\") - e recorre à máscara para dar conta da realidade oculta detrás do véu do real.
  • Sobre a obra na 7ª Bienal
    Os conflitos de enunciação têm sido pesquisados por Johanna Calle, que, a partir de centenas de cartas enviadas para uma convocatória aberta nacional, focaliza sobre esses momentos quase imperceptíveis que revelam um mundo através do erro ou da articulação de um modismo regional ou social. Destacando determinadas frases, resgata a voz de pessoas - muitas delas retiradas dos seus territórios, ou silenciadas.