Chelpa Ferro - Luiz Zerbini, Sergio Mekler e Barrão

  • MICROFÔNICO

    Instalação sonora.

    Motor, trilho, microfone, amplificador de guitarra, cabos, pedal de efeito, temporizador, pedal industrial e 28 vasos cilíndricos de vidro, todos com 40cm de altura, 7 com 10cm de diâmetro, 7 com 15cm de diâmetro, 7 com 18cm de diâmetro e 7 com 20cm de diâmetro.

    Dimensões totais aproximadas: 3m de altura X 5,30m de comprimento X 30cm de largura.

    Junto a parede vinte e oito cilindros de vidro de diferentes diâmetros são posicionados lado a lado. A 3 metros de altura é instalado na parede o trilho com o motor que conduz o microfone pendurado por seu próprio cabo. Ele passa rente a boca dos vidros captando as vibrações criadas a partir da reverberação do espaço interno do vidro. Ouve-se então uma microfonia amplificada e a medida que o microfone vai passando sobre os vidros de diferentes tamanhos, diferentes frequências e notas vão surgindo, criando uma composição sonora parcialmente programada e parcialmente randômica. Para ligar o motor que movimenta o trilho e conduz o microfone é necessário que o espectador ative o pedal industrial que se mantem ligado por um período pré-determinado pelo temporizador.

    CH. F:

     

  • Microfônico I e II
    Microfônico I e II

    2009
    Construção sonora
    Coleção dos artistas (Cortesia Progetti, Rio de Janeiro)

    Foto: Del Re/Stein

    alteração dos sentidos / caixa de ressonância / Texto Público

Chelpa Ferro é um coletivo criado no Rio de Janeiro pelos artistas Luiz Zerbini, Sergio Mekler e Barrão, em 1995. Suas obras condensam objetos, performances e instalações sonoras, refletindo o trabalho individual de seus membros - objetos com cacos; pinturas e edição de imagens. Entre suas exposições coletivas, destacam-se: Laços do Olhar, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2008); 30° Panorama de Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo (2007); Geração da Virada - 10 + 1: os anos recentes da arte brasileira, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2006); 51ª Biennale di Venezia (2005); 25ª Bienal de São Paulo, São Paulo (2002). Entre suas exposições individuais, destacam-se: Jungle Jam, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador (2008); Jardim Elétrico, Galeria Vermelho, São Paulo (2008); HUM, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (2003).

 

Chelpa Ferro es un colectivo creado en 1995 en Rio de Janeiro por los artistas Luiz Zerbini, Sergio Mekler y Barrão. Sus obras combinan diferentes formatos artísticos: objetos, performances, pinturas e instalaciones sonoras, los cuales conservan la marca del trabajo individual de sus integrantes. Entre sus exposiciones individuales se destacan: Jungle Jam, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador (2008); Jardim Elétrico, Galeria Vermelho, San Pablo (2008); HUM, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (2003).

Su obra ha sido incluida en destacadas exposiciones colectivas: Laços do Olhar, Instituto Tomie Ohtake, San Pablo (2008); 30º Panorama de Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna de São Paulo, San Pablo (2007); Geração da Virada - 10 + 1: os anos recentes da arte brasileira, Instituto Tomie Ohtake, San Pablo (2006); 51ª Biennale Internazionale di Venezia, Venecia (2005); 25ª Bienal Internacional de São Paulo, San Pablo (2002), entre otras.  Entre sus exposiciones individuales, se destacan: Jungle Jam, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador (2008); Jardim Elétrico, Galeria Vermelho, San Pablo (2008); HUM, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (2003)

 

Chelpa Ferro is a collective founded in Rio de Janeiro by artists Luiz Zerbini, Sergio Mekler and Barrão in 1995. Their work focuses on objects, performance and sound installations, that at times include  painting and image editing. Chelpa Ferro´s solo exhibitions include, among others: Jungle Jam, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador (2008); Jardim Elétrico, Galeria Vermelho, São Paulo (2008); and HUM, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (2003). Group exhibitions include: Laços do Olhar, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2008); 30° Panorama de Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna de São Paulo (2007); Geração da Virada - 10 + 1: os anos recentes da arte brasileira, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2006); 51ª Biennale Internazionale di Venezia (2005); 25ª Bienal Internacional de São Paulo (2002).

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