Domingos Violeta compreende duas ações: uma explosão de fumaça e uma distribuição de algodão doce, ambos na cor densamente violeta.
A fumaça propoe significados paradoxais, pois ao mesmo tempo em que alude a violência e a guerra tambem esta ligada à celebração. Tanto a matéria quanto o seus significados são instáveis. As ações da fumaça foram programadas para os domingos e duraram de 15 a 20 minutos no rio Guaíba. A escolha do domingo responde a vontade de compartilhar essa escultura momentânea com a cidade, no local e no dia de maior visitação publica em Porto Alegre.
Para enfatizar o componente da instabilidade, propus a ação do algodão doce, que possibilita ao espectador não apenas visualizar a fumaça como experimentar sua textura, sempre em transformação. A distribuição do algodão doce ocorreu nas tardes de quinta-feira a domingo na região do Gasômetro.
A cor viloleta possui um dos menore de onda da luz visível, é a última cor visível no espectro, a cor mais próximo do indistinguível.
C. S.
No me interesa invitar a la realidad a participar del arte por el contrario quiero que el arte se inserte dentro de la realidad y viceversa, generando una mímica, una escultura absurda de un contexto social real. No es mi intención crear un trabajo que se camufla en la realidad sino por el contrario generar una reflexion sobre la imposibilidad de unir a ambos. Trabajo con estructuras sociales preexistentes como por ejemplo, la religión, la psicología, grupos new age, etc y las altero, creando un espejo que altera sutilmente la imagen si mismas de forma objetiva. Mis trabajos a simple vista poseen un carácter naïve, este carácter navie actua como mi propio punto de partida en el desarrollo de mi practica, y simultaneamente es un requisito para el espectador que contempla y experimenta el trabajo, esta aproximación permite al obserbador generar su propia conclusión. En este proyecto desarrollado para la 7° Bienal del Mercosur cree una embarcación que flota en el río, sentí que el río era el único espacio de la ciudad que ya era una reflexión en sí misma, ya que el
agua que POA consume y utiliza es la misma agua donde se terminan sus cloacas. La embarcación que cree actuaba como una estación de investigación acuática autosuficiente donde el agua era purificada y luego devuelta al rio. Parte de esta agua la consumí yo mismo durante el tiempo que pase sobre el trabajo, ya que al devolverla a través de la
orina al río formaba parte del ciclo que recorre el agua en esta ciudad. Esta balsa es una escultura flotante, una mímica pobre, absurda y torpe de una embarcación que podría cruzar el atlántico o remontar el amazonas
purificando el agua durante una hipotética catástrofe. Este es un trabajo que realize en colaboracion con el biólogo Bernardo Laser.
Eduardo Navarro
2009
Construção em madeira e compensado multilaminado.
Coleção do artista, Pelotas
Foto: Del Re/Stein
Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul
Foto: Del Re/Stein
2009
Rochas de granito, cortiça e tachas
Coleção do artista, Nova York
Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul
Foto: Del Re/Stein
2009
Rochas de granito, cortiça e tachas
Coleção do artista, Nova York
Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul
Foto: Del Re/Stein
2009
Construção com compensado flexível, canos de pvc e compensado reciclado.
Coleção do artista, São Paulo
Produzido pela 7ª Bienal do Mercosul
Foto: Del Re/Stein
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
2009
Foto: Zoe Di Rienzo
1981
Nanquim sobre papel carbono
99,8 x 69,8 cm
Coleção da artista, Buenos Aires
Fotos: Gustavo Sosa Pinilla
1985
Cópia heliográfica
65 x 100,2 cm
Coleção da artista, Buenos Aires
Fotos: Gustavo Sosa Pinilla
Rede, de João Modé.
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Rede, de João Modé
Artista que vive no Rio de Janeiro, é pioneiro em obras que mesclam instalações, performance e rádio. Criou o programa O Inusitado no Rio de Janeiro, condensando um excelente imaginário sobre o som, tanto nas artes plásticas, como na música e na poesia. Participa em três exposições na 7 Bienal do Mercosul, RadioVisual, Desenho da Idéias (com Guilherme Vaz em \"Crude\") e Absurdo. Para o Absurdo constrói ambiente que remonta a banheiros ou vestiários com chuveiros sonoros. O artista coletou diversos sons de cantores de chuveiro, revelando com humor discussões sobre privado e público.
2009
Performance no MARGS
Fotografia: Cristiano Sant'Anna
2009
Performance no MARGS
Fotografia: Cristiano Sant'Anna
2009
As curadoras Lenora de Barros e Marina de Caro, e a artista Anna Maria Maiolino, assistem performance de Guilherme Vaz e Romano
Fotografia: Cristiano Sant'Anna
2009
Performance no Margs
Obra na 7ª Bienal do Mercosul
Fotografia: Eduardo Seidl
2009
Performance realizada no MARGS
Obra na 7ª Bienal do Mercosul
Fotografia: Eduardo Seidl
2009
Performance
Obra na 7ª Bienal do Mercosul
Fotografia: Eduardo Seidl
Percursos Urbanos - Programa de residência do artista Júlio Lira em Porto Alegre.
Percursos Urbanos - Programa de residência do artista Júlio Lira em Porto Alegre
Percursos Urbanos - Programa de residência do artista Júlio Lira, em Porto Alegre.
Percursos Urbanos - Programa de residência do artista Júlio Lira, em Porto Alegre.
Percursos Urbanos - Programa de residências do artista Júlio Lira, em Porto Alegre.
Parte do projeto Parásitos urbanos, 2006
Motores de celular, células solares, fio de cobre
Cortesia do artista
2008
Aço inoxidável, amplificador, alto-falantes, gravações caseiras
2,20 X 2,20 X 1m
Cortesia do artista
2008
Aço inoxidável, amplificador, alto-falantes, gravações caseiras
2,20 X 2,20 X 1m
Cortesia do artista
2008
Técnica: Aço inoxidável, amplificador, alto-falantes, gravações caseiras
Dimensões: 2,20m X 1m X 1m
Cortesia do artista